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Meu nome é Ériston Silva Melo e moro em Brasília, melhor dizendo, em Taguatinga, cidade satélite do Distrito Federal. Sou fã de Rock Progressivo desde fins de 1997, quando adquiri o disco Brain Salad Surgery, obra-prima do fantástico trio progressivo inglês Emerson, Lake & Palmer, e de lá pra cá não parei mais de curtir esse maravilhoso estilo. Tenho procurado descobrir algumas bandas cuja obra ainda não conheço e buscado mais informações sobre o estilo desde então.
A música progressiva em si, eu já curtia desde 1991, apreciando o trabalho de músicos como Vangelis, Kitaro, Jean-Michel Jarre, Andreas Vollenweider e Gandalf.
Sobre o site Sinfonia Sideral: eu o havia criado e colocado na web em agosto de 2000, e o tirei da rede por volta de abril/maio de 2001, mais ou menos. No dia 1° de janeiro do ano de 2002, o recoloquei no ar e aí está.
O site Sinfonia Sideral é um fanzine (revista do fã) eletrônico que visa divulgar o Rock Progressivo, a música progressiva e estilos relacionados. Através do Sinfonia Sideral quero apenas compartilhar, além da informação, é claro, o meu gosto por Rock Progressivo/Música Progressiva com outros admiradores do estilo. Acredito que a informação torna a audição da música mais consciente e mais prazerosa, uma vez que este é um site com fim informativo, instrutivo e didático, sendo fruto de muita pesquisa na área musical. Espero que você, fã de Rock Progressivo/Música Progressiva, goste do site.
O porquê do nome Sinfonia Sideral: como o rock progressivo é uma música bastante elaborada que transcende a fronteira dos três acordes do rock tradicional e que tem influência também da música erudita (clássica) de todas as épocas, podemos dizer que suas obras são verdadeiras sinfonias, isso sem falar das músicas divididas em partes, movimentos ou camadas, que são chamadas, na maior parte das vezes, de "suítes", ou também de "sinfonias", nomes esses tirados da música erudita. Talvez a mesma luz que inspirou compositores como Bach, Haendel, Vivaldi, Mozart, Beethoven e tantos outros, tenha também inspirado os músicos progressivos e new age. No caso do Genesis e do King Crimson, o processo de composição era como o de construir catedrais.
Quase tudo que se produziu/produz na música progressiva foi/é feito utilizando-se, além do trio guitarra-baixo-bateria, instrumentos de teclado que podem ser piano acústico, elétrico e/ou digital, sintetizadores, moog, mellotron, órgão (de todos os tipos), cravo, espineta e muitos outros. É claro que as flautas e os violinos também deram/dão a sua contribuição em muitos casos, além de alguns outros tipos de instrumentos, como a cítara indiana, a bateria eletrônica e os seqüenciadores. Mas aqui fica a pergunta: o que seria do rock progressivo ou da música progressiva sem os teclados? Apesar da Física afirmar e/ou provar que não há som no espaço, porque o espaço é vácuo e no vácuo não há som, para nós o som reproduzido pelos mantras indianos e pelos teclados eletrônicos (e até mesmo alguns acústicos), será sempre "o som do espaço sideral", do universo, do cosmos...
Vamos então juntar dois elementos que percebemos ao ouvir uma obra progressiva: as texturas orquestrais (proporcionadas pelos teclados, flautas e violinos entre outros instrumentos) e as atmosferas ou climas espaciais criados particularmente pelos sintetizadores. Aí está o porquê do nome Sinfonia Sideral.
Sinfonia Sideral é um fanzine eletrônico desenvolvido em Brasília dedicado à boa música underground, espacial, psicodélica e alternativa: Música Progressiva em geral, Rock Progressivo (a música rock/pop barroca), Hard-Rock, Hard-Prog, New Age e estilos relacionados.